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	<title>Comments on: Energía hidroeléctrica: Ni Limpia ni Renovable</title>
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	<description>Movimiento Binacional de Afectados por Yacyretá</description>
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		<title>By: MARIA SABINA</title>
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		<dc:creator>MARIA SABINA</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 22:49:39 +0000</pubDate>
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		<description>LUIZ INACIO LULA DA SILVA: DEPREDADOR DE LA AMAZONÍA
“Depredador da Amazônia”, artigo de Leonardo Boff

SU DELIRIO SON LAS OBRAS FARAÓNICAS, CUESTE LO QUE CUESTE

DOMINA LA LÓGICA AUTORITARIA: PRIMERO DECIDE, DESPUÉS LLAMA A AUDIENCIA PÚBLICA



Belo Monte: ¿la vuelta triunfante de la dictadura militar 26 Feb 2010 … contrario a Belo Monte: «Lula entrará en la historia como el gran depredador de la Amazonia y … Escriban a estos correos oficiales, sea de la Presidência da República, o del Ministério … por amor a los pueblos indígenas, a la Amazonia y a la Madre Tierra. … rbja@fase.org.br • Leonardo Boff …
http://www.servicioskoinonia.org/boff/articulo.php?num=369 – En caché

El gobierno de Lula tiene méritos innegables en la cuestión social. Pero en el tema ambiental, es de inconsciencia y retraso palmario. Al analizar el Programa de Aceleración del Crecimiento (PAC) uno tiene la impresión de ser devuelto al siglo XIX. 

Es la misma mentalidad, la que ve la naturaleza como un conjunto simple de recursos, para aprovechar en proyectos faraónicos, llevados adelante a sangre y fuego, dentro de un modelo de crecimiento que favorece a las grandes empresas a expensas de la depredación de la naturaleza y creando una gran de la pobreza. 

Este modelo, está siendo cuestionado en el mundo, se le acusa de desestabilizar el planeta Tierra como un todo y sin embargo es asumido por el PAC sin escrúpulo alguno. La discusión con las personas afectadas y la sociedad, es mínima. 

DOMINA LA LÓGICA AUTORITARIA: PRIMERO DECIDE, DESPUÉS LLAMA A AUDIENCIA. Porque eso es exactamente lo que está sucediendo con el proyecto de construcción de la represa de Belo Monte en el río Xingu, en Pará
Todo está siendo llevado a empujones, atropellando procesos, ocultando la autorizada opinión del Instituto del Medio Ambiente (IBAMA) [OPINIÓN TÉCNICA DEL 114/09 diciembre de 2009], que se opuso a la construcción de la planta hidroeléctrica, contrariando la opinión de la mayoría de los ambientalistas nacionales e internacionales que dicen este proyecto es un grave error de imprevisibles consecuencias ambientales.

—————
O governo Lula possui méritos inegáveis na questão social. Mas, na questão ambiental, é de uma inconsciência e de um atraso palmar. Ao analisar o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) temos a impressão de sermos devolvidos ao século XIX.

É a mesma mentalidade que vê a natureza como mera reserva de recursos, base para alavancar projetos faraônicos, levados avante a ferro e fogo, dentro de um modelo de crescimento ultrapassado que favorece as grandes empresas à custa da depredação da natureza e da criação de muita pobreza.
Este modelo está sendo questionado no mundo inteiro por desestabilizar o planeta Terra como um todo e mesmo assim é assumido pelo PAC sem qualquer escrúpulo. A discussão com as populações afetadas e com a sociedade foi pífia. impera a lógica autoritária: primeiro decide-se, depois convoca-se a audiência pública. Pois é exatamente isto que está ocorrendo com o projeto da construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte no Rio Xingu, no Pará.

Tudo está sendo levado aos trambolhões, atropelando processos, ocultando o importante parecer 114/09 de dezembro de 2009, emitido pelo IBAMA (órgão que cuida das questões ambientais) contrário à construção da usina, a opinião da maioria dos Ambientalistas nacionais e internacionais que dizem ser este projeto um grave equívoco com consequências ambientais imprevisíveis.
O Ministério Público Federal, que encaminhou processos de embargo, eventualmente levando a questão a foros internacionais, sofreu coação da Advocacia Geral da União (AGU), com o apoio público do presidente, de processar os procuradores e promotores destas ações por abuso de poder.

Esse projeto vem da ditadura militar dos anos 70. Sob pressão dos indígenas apoiados pelo cantor Sting, em parceria com o cacique Raoni, foi engavetado em 1989. Agora, com a licença prévia concedida no dia 1º de fevereiro, o projeto da ditadura pôde voltar triunfalmente, apresentado pelo governo como a maior obra do PAC.
Neste projeto tudo é megalômano: inundação de 51.600 hectares de Floresta, com um espelho d’água de 516 quilômetros quadrados, desvio do rio com a construção de dois canais de 500m de largura e 30 km de comprimento, deixando 100 km de leito seco, submergindo a parte mais bela do Xingu, a Volta Grande e um terço de Altamira, com um custo entre R$ 17 e R$ 30 bilhões, desalojando cerca de 20 mil pessoas e atraindo para as obras cerca de 80 mil trabalhadores, para produzir 11.233 MW de energia no tempo das cheias (4 meses) e somente 4 mil MW no resto do ano, para, por fim, transportá-la até 5 mil km de distância.

Esse gigantismo, típico de mentes tecnocráticas, beira a insensatez, pois, dada a crise ambiental global, todos recomendam obras menores, valorizando matrizes energéticas alternativas, baseadas na água, no vento, no sol e na Biomassa. E tudo isso nós temos em abundância. Considerando as opiniões dos especialistas, podemos dizer: a usina hidrelétrica de Belo Monte é tecnicamente desaconselhável, exageradamente cara, ecologicamente desastrosa, socialmente perversa, perturbadora da Floresta amazônica e uma grave agressão ao sistema-Terra.

Este projeto se caracteriza pelo desrespeito: às dezenas de etnias indígenas que lá vivem há milhares de anos e que sequer foram ouvidas; à Floresta Amazônica cuja vocação não é produzir energia elétrica, mas bens e serviços naturais de grande valor econômico; aos técnicos do IBAMA e a outras autoridades científicas contrárias a esse empreendimento; à consciência ecológica, que devido às ameaças que pesam sobre o sistema da vida, pedem extremo cuidado com as Florestas; desrespeito ao bem comum da Terra e da Humanidade, a nova centralidade das políticas mundiais.
Se houvesse um Tribunal Mundial de Crimes contra a Terra, como está sendo projetado por um grupo altamente qualificado que estuda a reinvenção da ONU, seguramente os promotores da hidrelétrica de Belo Monte estariam na mira deste tribunal.

Ainda há tempo de frear a construção desta monstruosidade, porque há alternativas melhores. Não queremos que se realizem as palavras do bispo dom Erwin Kräutler, defensor dos indígenas e contra Belo Monte: “Lula entrará na história como o grande depredador da Amazônia e o coveiro dos povos indígenas e ribeirinhos do Xingu”.

Leonardo Boff é teólogo.

mariasabinachaman@gmail.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>LUIZ INACIO LULA DA SILVA: DEPREDADOR DE LA AMAZONÍA<br />
“Depredador da Amazônia”, artigo de Leonardo Boff</p>
<p>SU DELIRIO SON LAS OBRAS FARAÓNICAS, CUESTE LO QUE CUESTE</p>
<p>DOMINA LA LÓGICA AUTORITARIA: PRIMERO DECIDE, DESPUÉS LLAMA A AUDIENCIA PÚBLICA</p>
<p>Belo Monte: ¿la vuelta triunfante de la dictadura militar 26 Feb 2010 … contrario a Belo Monte: «Lula entrará en la historia como el gran depredador de la Amazonia y … Escriban a estos correos oficiales, sea de la Presidência da República, o del Ministério … por amor a los pueblos indígenas, a la Amazonia y a la Madre Tierra. … <a href="mailto:rbja@fase.org.br">rbja@fase.org.br</a> • Leonardo Boff …<br />
<a href="http://www.servicioskoinonia.org/boff/articulo.php?num=369" rel="nofollow">http://www.servicioskoinonia.org/boff/articulo.php?num=369</a> – En caché</p>
<p>El gobierno de Lula tiene méritos innegables en la cuestión social. Pero en el tema ambiental, es de inconsciencia y retraso palmario. Al analizar el Programa de Aceleración del Crecimiento (PAC) uno tiene la impresión de ser devuelto al siglo XIX. </p>
<p>Es la misma mentalidad, la que ve la naturaleza como un conjunto simple de recursos, para aprovechar en proyectos faraónicos, llevados adelante a sangre y fuego, dentro de un modelo de crecimiento que favorece a las grandes empresas a expensas de la depredación de la naturaleza y creando una gran de la pobreza. </p>
<p>Este modelo, está siendo cuestionado en el mundo, se le acusa de desestabilizar el planeta Tierra como un todo y sin embargo es asumido por el PAC sin escrúpulo alguno. La discusión con las personas afectadas y la sociedad, es mínima. </p>
<p>DOMINA LA LÓGICA AUTORITARIA: PRIMERO DECIDE, DESPUÉS LLAMA A AUDIENCIA. Porque eso es exactamente lo que está sucediendo con el proyecto de construcción de la represa de Belo Monte en el río Xingu, en Pará<br />
Todo está siendo llevado a empujones, atropellando procesos, ocultando la autorizada opinión del Instituto del Medio Ambiente (IBAMA) [OPINIÓN TÉCNICA DEL 114/09 diciembre de 2009], que se opuso a la construcción de la planta hidroeléctrica, contrariando la opinión de la mayoría de los ambientalistas nacionales e internacionales que dicen este proyecto es un grave error de imprevisibles consecuencias ambientales.</p>
<p>—————<br />
O governo Lula possui méritos inegáveis na questão social. Mas, na questão ambiental, é de uma inconsciência e de um atraso palmar. Ao analisar o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) temos a impressão de sermos devolvidos ao século XIX.</p>
<p>É a mesma mentalidade que vê a natureza como mera reserva de recursos, base para alavancar projetos faraônicos, levados avante a ferro e fogo, dentro de um modelo de crescimento ultrapassado que favorece as grandes empresas à custa da depredação da natureza e da criação de muita pobreza.<br />
Este modelo está sendo questionado no mundo inteiro por desestabilizar o planeta Terra como um todo e mesmo assim é assumido pelo PAC sem qualquer escrúpulo. A discussão com as populações afetadas e com a sociedade foi pífia. impera a lógica autoritária: primeiro decide-se, depois convoca-se a audiência pública. Pois é exatamente isto que está ocorrendo com o projeto da construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte no Rio Xingu, no Pará.</p>
<p>Tudo está sendo levado aos trambolhões, atropelando processos, ocultando o importante parecer 114/09 de dezembro de 2009, emitido pelo IBAMA (órgão que cuida das questões ambientais) contrário à construção da usina, a opinião da maioria dos Ambientalistas nacionais e internacionais que dizem ser este projeto um grave equívoco com consequências ambientais imprevisíveis.<br />
O Ministério Público Federal, que encaminhou processos de embargo, eventualmente levando a questão a foros internacionais, sofreu coação da Advocacia Geral da União (AGU), com o apoio público do presidente, de processar os procuradores e promotores destas ações por abuso de poder.</p>
<p>Esse projeto vem da ditadura militar dos anos 70. Sob pressão dos indígenas apoiados pelo cantor Sting, em parceria com o cacique Raoni, foi engavetado em 1989. Agora, com a licença prévia concedida no dia 1º de fevereiro, o projeto da ditadura pôde voltar triunfalmente, apresentado pelo governo como a maior obra do PAC.<br />
Neste projeto tudo é megalômano: inundação de 51.600 hectares de Floresta, com um espelho d’água de 516 quilômetros quadrados, desvio do rio com a construção de dois canais de 500m de largura e 30 km de comprimento, deixando 100 km de leito seco, submergindo a parte mais bela do Xingu, a Volta Grande e um terço de Altamira, com um custo entre R$ 17 e R$ 30 bilhões, desalojando cerca de 20 mil pessoas e atraindo para as obras cerca de 80 mil trabalhadores, para produzir 11.233 MW de energia no tempo das cheias (4 meses) e somente 4 mil MW no resto do ano, para, por fim, transportá-la até 5 mil km de distância.</p>
<p>Esse gigantismo, típico de mentes tecnocráticas, beira a insensatez, pois, dada a crise ambiental global, todos recomendam obras menores, valorizando matrizes energéticas alternativas, baseadas na água, no vento, no sol e na Biomassa. E tudo isso nós temos em abundância. Considerando as opiniões dos especialistas, podemos dizer: a usina hidrelétrica de Belo Monte é tecnicamente desaconselhável, exageradamente cara, ecologicamente desastrosa, socialmente perversa, perturbadora da Floresta amazônica e uma grave agressão ao sistema-Terra.</p>
<p>Este projeto se caracteriza pelo desrespeito: às dezenas de etnias indígenas que lá vivem há milhares de anos e que sequer foram ouvidas; à Floresta Amazônica cuja vocação não é produzir energia elétrica, mas bens e serviços naturais de grande valor econômico; aos técnicos do IBAMA e a outras autoridades científicas contrárias a esse empreendimento; à consciência ecológica, que devido às ameaças que pesam sobre o sistema da vida, pedem extremo cuidado com as Florestas; desrespeito ao bem comum da Terra e da Humanidade, a nova centralidade das políticas mundiais.<br />
Se houvesse um Tribunal Mundial de Crimes contra a Terra, como está sendo projetado por um grupo altamente qualificado que estuda a reinvenção da ONU, seguramente os promotores da hidrelétrica de Belo Monte estariam na mira deste tribunal.</p>
<p>Ainda há tempo de frear a construção desta monstruosidade, porque há alternativas melhores. Não queremos que se realizem as palavras do bispo dom Erwin Kräutler, defensor dos indígenas e contra Belo Monte: “Lula entrará na história como o grande depredador da Amazônia e o coveiro dos povos indígenas e ribeirinhos do Xingu”.</p>
<p>Leonardo Boff é teólogo.</p>
<p><a href="mailto:mariasabinachaman@gmail.com">mariasabinachaman@gmail.com</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: MALCOLM ALLISON</title>
		<link>http://yacyreta.info/www/%c2%bfque-es-yacyreta/yacyreta-desastre-ambiental/doce-razones-para-excluir-a-las-grandes-hidroelectricas-de-las-iniciativas-renovables/comment-page-1#comment-2932</link>
		<dc:creator>MALCOLM ALLISON</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 20:02:06 +0000</pubDate>
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		<description>GRANDES REPRESAS ATENTAN CONTRA DESARROLLO SOSTENIBLE

LOS RÍOS ESTÁN VIVOS SEÑORES INGENIEROS Y LAS REPRESAS LOS DAÑAN, MÉTANSE ESO BIEN EN LA CABEZA

Dejemos que nuestro invitada, la “ASAMBLEA BINACIONAL DE AFECTADOS POR YACYRETÁ” tome la palabra:

Los afectados son víctimas directas de las violaciones cometidas en su contra. Los denominados “afectados directos” de la represa son aquellos que, con motivo del llenado del embalse, deberán trasladarse de su lugar de origen hasta otros lugares previstos para el reasentamiento poblacional. Es sobre éstas personas que se produce la más grave violación a sus derechos, siendo los que sufren el mayor avasallamiento y atentado contra su dignidad humana. Estos afectados directos, superan la cantidad de 80.000 personas, los que deberán ser reasentadas en la totalidad del Proyecto que afecta a ambas márgenes del río Paraná (Paraguay y Argentina), con un impacto sobre la población paraguaya del 70 %, es decir, casi 60.000 personas afectadas directas del lado paraguayo.

También son víctimas los denominados “afectados indirectos”, quienes viven en las ciudades impactadas, que si bien no sufren directamente el desplazamiento por el llenado del embalse, sí sufrirán todas las consecuencias negativas que se producirán en la zona de afectación la represa, entre las que se encuentran los ciudadanos de los mayores centros urbanos damnificados, en la República del Paraguay, las ciudades de Encarnación, Ayolas, Santiago, San Cosme y Damián, Coronel Bogado, Carmen del Paraná, San Juan del Paraná, Cambyretá y Capitán Miranda, entre los que totalizan una cantidad aproximada de 250.000 habitantes; y en la República Argentina las ciudades de Posadas, Candelaria, Ituzaingó, Corpus, entre otros, totalizando aproximadamente la cantidad de 500.000 personas involucradas en el proyecto.

* El texto forma parte de la Denuncia ante la Comisión Interamericana de Derechos Humanos en contra del Estado de Paraguay
yacyreta.info/www/quienes-somos+yacyreta.info/www/quienes-somos

—————-

USTEDES, SEÑORES INGENIEROS, SUELEN OBVIAR LOS REPAROS ECOLOGICOS, LOS IMPACTOS SOCIOAMBIENTALES Y CLIMÁTICOS, PERO ESO ATENTA CONTRA EL PLANETA TIERRA, NUESTRO ÚNICO HOGAR

EN CONTEXTO DE CALENTAMIENTO GLOBAL, LAS GRANDES REPRESAS CON SU TECNOLOGÍA OBSOLETA, NO DEBEN CONSTRUIRSE A LAS LOCAS Y LAS TONTAS, INFARTANDO LAS VENAS VIVAS DEL PLANETA, MÉTANSE ESO BIEN EN LA CABEZA SEÑORES INGENIEROS

GRANDES REPRESAS ATENTAN CONTRA DESARROLLO SOSTENIBLE

1. Las grandes hidroeléctricas no producen el beneficio de la reducción de la pobreza que sí producen los proyectos renovables descentralizados.
2. Las grandes hidroeléctricas al ser incluidas en las iniciativas renovables agotarán los fondos para los nuevos proyectos de energías renovables.
3. Los promotores de grandes hidroeléctricas normalmente subestiman los costos y exageran los beneficios.
4. Las grandes hidroeléctricas aumentarán la vulnerabilidad al cambio climático.
5. Las grandes hidroeléctricas no producen el beneficio de la transferencia de tecnología.
El aumento de grandes hidroeléctricas perjudicará a las personas y a los ecosistemas
6. Los grandes proyectos hidroeléctricos causan grandes impactos sociales y ambientales negativos.
7. Los esfuerzos para mitigar los impactos de las represas habitualmente fallan.
8. La mayoría de los promotores y financiadores de las grandes represas hidroeléctricas se oponen a adoptar medidas para prevenir la construcción de proyectos destructivos.
9. Los grandes embalses pueden emitir cantidades significativas de gases de efecto invernadero.
El aumento de grandes hidroeléctricas perjudicará la seguridad energética.
10. La construcción de las grandes hidroeléctricas es lenta, complicada, inflexible y cada vez más costosa.
11. Muchos países ya son demasiado dependientes de la hidroenergía.
12. Las grandes hidroeléctricas resultan ser no renovables debido a la sedimentación.

—————-

¿Qué es Yacyretá?
YACYRETÁ EN WIKIPEDIA
“TIERRA DE LA LUNA” – VER EL DOCUMENTAL
“HACIA EL FUTURO CON UNA SONRISA” (EXPOSICIÓN FOTOGRAFICA)

ENLACE A LA PAGINA OFICIAL (PARAGUAY)
ENLACE A LA PAGINA OFICIAL (ARGENTINA)
ENLACE A LA PAGINA PERSONAL DEL DIRECTOR ARGENTINO
TEXTO COMPLETO DEL TRATADO DE YACYRETÁ – BAJAR
EL DESARRAIGO
TEXTO Y ENTREVISTAS: PAWEL WIECHETEK

INVOLUCREMONOS EN CAMPAÑA CONTRA LA DESTRUCCIÓN DE RIOS POR GRANDES REPRESAS … SABEMOS LO DE LAS 6 GRANDES REPRESAS PACTADAS BAJO LA MESA POR LULA Y ALAN … EN REALIDAD SON CERCA DE 20 … Y EN BRASIL ALREDEDOR DE 100 MEGAREPRESAS … SI LOS SUEÑOS DEL COMISIONISTA LULA SE CRISTALIZAN … EN 20 AÑOS EL AMAZONAS SOLO SERÁ UNA SUCESIÓN DE EMBALSES Y ACUEDUCTOS, DE REGIMEN TEMPORAL, EN MEDIO DE UN MUNDO RECALENTADO

malcolm.allison@gmail.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>GRANDES REPRESAS ATENTAN CONTRA DESARROLLO SOSTENIBLE</p>
<p>LOS RÍOS ESTÁN VIVOS SEÑORES INGENIEROS Y LAS REPRESAS LOS DAÑAN, MÉTANSE ESO BIEN EN LA CABEZA</p>
<p>Dejemos que nuestro invitada, la “ASAMBLEA BINACIONAL DE AFECTADOS POR YACYRETÁ” tome la palabra:</p>
<p>Los afectados son víctimas directas de las violaciones cometidas en su contra. Los denominados “afectados directos” de la represa son aquellos que, con motivo del llenado del embalse, deberán trasladarse de su lugar de origen hasta otros lugares previstos para el reasentamiento poblacional. Es sobre éstas personas que se produce la más grave violación a sus derechos, siendo los que sufren el mayor avasallamiento y atentado contra su dignidad humana. Estos afectados directos, superan la cantidad de 80.000 personas, los que deberán ser reasentadas en la totalidad del Proyecto que afecta a ambas márgenes del río Paraná (Paraguay y Argentina), con un impacto sobre la población paraguaya del 70 %, es decir, casi 60.000 personas afectadas directas del lado paraguayo.</p>
<p>También son víctimas los denominados “afectados indirectos”, quienes viven en las ciudades impactadas, que si bien no sufren directamente el desplazamiento por el llenado del embalse, sí sufrirán todas las consecuencias negativas que se producirán en la zona de afectación la represa, entre las que se encuentran los ciudadanos de los mayores centros urbanos damnificados, en la República del Paraguay, las ciudades de Encarnación, Ayolas, Santiago, San Cosme y Damián, Coronel Bogado, Carmen del Paraná, San Juan del Paraná, Cambyretá y Capitán Miranda, entre los que totalizan una cantidad aproximada de 250.000 habitantes; y en la República Argentina las ciudades de Posadas, Candelaria, Ituzaingó, Corpus, entre otros, totalizando aproximadamente la cantidad de 500.000 personas involucradas en el proyecto.</p>
<p>* El texto forma parte de la Denuncia ante la Comisión Interamericana de Derechos Humanos en contra del Estado de Paraguay<br />
yacyreta.info/www/quienes-somos+yacyreta.info/www/quienes-somos</p>
<p>—————-</p>
<p>USTEDES, SEÑORES INGENIEROS, SUELEN OBVIAR LOS REPAROS ECOLOGICOS, LOS IMPACTOS SOCIOAMBIENTALES Y CLIMÁTICOS, PERO ESO ATENTA CONTRA EL PLANETA TIERRA, NUESTRO ÚNICO HOGAR</p>
<p>EN CONTEXTO DE CALENTAMIENTO GLOBAL, LAS GRANDES REPRESAS CON SU TECNOLOGÍA OBSOLETA, NO DEBEN CONSTRUIRSE A LAS LOCAS Y LAS TONTAS, INFARTANDO LAS VENAS VIVAS DEL PLANETA, MÉTANSE ESO BIEN EN LA CABEZA SEÑORES INGENIEROS</p>
<p>GRANDES REPRESAS ATENTAN CONTRA DESARROLLO SOSTENIBLE</p>
<p>1. Las grandes hidroeléctricas no producen el beneficio de la reducción de la pobreza que sí producen los proyectos renovables descentralizados.<br />
2. Las grandes hidroeléctricas al ser incluidas en las iniciativas renovables agotarán los fondos para los nuevos proyectos de energías renovables.<br />
3. Los promotores de grandes hidroeléctricas normalmente subestiman los costos y exageran los beneficios.<br />
4. Las grandes hidroeléctricas aumentarán la vulnerabilidad al cambio climático.<br />
5. Las grandes hidroeléctricas no producen el beneficio de la transferencia de tecnología.<br />
El aumento de grandes hidroeléctricas perjudicará a las personas y a los ecosistemas<br />
6. Los grandes proyectos hidroeléctricos causan grandes impactos sociales y ambientales negativos.<br />
7. Los esfuerzos para mitigar los impactos de las represas habitualmente fallan.<br />
8. La mayoría de los promotores y financiadores de las grandes represas hidroeléctricas se oponen a adoptar medidas para prevenir la construcción de proyectos destructivos.<br />
9. Los grandes embalses pueden emitir cantidades significativas de gases de efecto invernadero.<br />
El aumento de grandes hidroeléctricas perjudicará la seguridad energética.<br />
10. La construcción de las grandes hidroeléctricas es lenta, complicada, inflexible y cada vez más costosa.<br />
11. Muchos países ya son demasiado dependientes de la hidroenergía.<br />
12. Las grandes hidroeléctricas resultan ser no renovables debido a la sedimentación.</p>
<p>—————-</p>
<p>¿Qué es Yacyretá?<br />
YACYRETÁ EN WIKIPEDIA<br />
“TIERRA DE LA LUNA” – VER EL DOCUMENTAL<br />
“HACIA EL FUTURO CON UNA SONRISA” (EXPOSICIÓN FOTOGRAFICA)</p>
<p>ENLACE A LA PAGINA OFICIAL (PARAGUAY)<br />
ENLACE A LA PAGINA OFICIAL (ARGENTINA)<br />
ENLACE A LA PAGINA PERSONAL DEL DIRECTOR ARGENTINO<br />
TEXTO COMPLETO DEL TRATADO DE YACYRETÁ – BAJAR<br />
EL DESARRAIGO<br />
TEXTO Y ENTREVISTAS: PAWEL WIECHETEK</p>
<p>INVOLUCREMONOS EN CAMPAÑA CONTRA LA DESTRUCCIÓN DE RIOS POR GRANDES REPRESAS … SABEMOS LO DE LAS 6 GRANDES REPRESAS PACTADAS BAJO LA MESA POR LULA Y ALAN … EN REALIDAD SON CERCA DE 20 … Y EN BRASIL ALREDEDOR DE 100 MEGAREPRESAS … SI LOS SUEÑOS DEL COMISIONISTA LULA SE CRISTALIZAN … EN 20 AÑOS EL AMAZONAS SOLO SERÁ UNA SUCESIÓN DE EMBALSES Y ACUEDUCTOS, DE REGIMEN TEMPORAL, EN MEDIO DE UN MUNDO RECALENTADO</p>
<p><a href="mailto:malcolm.allison@gmail.com">malcolm.allison@gmail.com</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: AUXILIO ALCALDE</title>
		<link>http://yacyreta.info/www/%c2%bfque-es-yacyreta/yacyreta-desastre-ambiental/doce-razones-para-excluir-a-las-grandes-hidroelectricas-de-las-iniciativas-renovables/comment-page-1#comment-2930</link>
		<dc:creator>AUXILIO ALCALDE</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 17:33:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://yacyreta.info/www/?page_id=595#comment-2930</guid>
		<description>MEGAREPRESAS NO PASARÁN Asháninkas rechazan proyecto hidroeléctrico Paquitzapango Energy
lunes 27 de abril de 2009

Satipo.- La Central Asháninka del Río Ene – CARE, rechazó la instalación del proyecto hidroeléctrico Paquitzapango, que promueve la empresa Paquitzapango Energy SAC, debido a éste alteraría la vida de los pueblos indígenas y el ambiente amazónico, informó Ruth Buendía Mestoquiari, dirigente de dicha asociación.

“La represa de 165 metros de altura y el lago artificial que construirá la empresa Paquitzapango Energy inundaría los territorios indígenas y en la práctica significaría la grave afectación del pueblo asháninka. Por ello, exigimos que se respete el Convenio 169 de la OIT (Organización Internacional del Trabajo)”, expresó en diálogo con el corresponsal de Ideeleradio. 

Buendía Mestoquiari demandó la anulación de la Resolución Ministerial Nº 546-2008 MEM/DM del Ministerio de Energía y Minas, publicada el pasado 03 de diciembre del 2008, en la que se otorga una concesión temporal a la empresa Paquitzapango Energy SAC, para desarrollar estudios de factibilidad relacionados a la futura Central Hidroeléctrica Paquitzapango.

De acuerdo a dicha resolución el proyecto se realizará en los distritos de Río Tambo, Pangoa y Mazamari, de la provincia de Satipo, en la región Junín, localidades en donde se ubicarían las Comunidades Nativas Asháninkas asentadas a las laderas de la cuenca del Río Ene, de acuerdo a las coordenadas referidas en la norma.

auxilio.alcalde@gmail.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>MEGAREPRESAS NO PASARÁN Asháninkas rechazan proyecto hidroeléctrico Paquitzapango Energy<br />
lunes 27 de abril de 2009</p>
<p>Satipo.- La Central Asháninka del Río Ene – CARE, rechazó la instalación del proyecto hidroeléctrico Paquitzapango, que promueve la empresa Paquitzapango Energy SAC, debido a éste alteraría la vida de los pueblos indígenas y el ambiente amazónico, informó Ruth Buendía Mestoquiari, dirigente de dicha asociación.</p>
<p>“La represa de 165 metros de altura y el lago artificial que construirá la empresa Paquitzapango Energy inundaría los territorios indígenas y en la práctica significaría la grave afectación del pueblo asháninka. Por ello, exigimos que se respete el Convenio 169 de la OIT (Organización Internacional del Trabajo)”, expresó en diálogo con el corresponsal de Ideeleradio. </p>
<p>Buendía Mestoquiari demandó la anulación de la Resolución Ministerial Nº 546-2008 MEM/DM del Ministerio de Energía y Minas, publicada el pasado 03 de diciembre del 2008, en la que se otorga una concesión temporal a la empresa Paquitzapango Energy SAC, para desarrollar estudios de factibilidad relacionados a la futura Central Hidroeléctrica Paquitzapango.</p>
<p>De acuerdo a dicha resolución el proyecto se realizará en los distritos de Río Tambo, Pangoa y Mazamari, de la provincia de Satipo, en la región Junín, localidades en donde se ubicarían las Comunidades Nativas Asháninkas asentadas a las laderas de la cuenca del Río Ene, de acuerdo a las coordenadas referidas en la norma.</p>
<p><a href="mailto:auxilio.alcalde@gmail.com">auxilio.alcalde@gmail.com</a></p>
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	<item>
		<title>By: AUXILIO ALCALDE</title>
		<link>http://yacyreta.info/www/%c2%bfque-es-yacyreta/yacyreta-desastre-ambiental/doce-razones-para-excluir-a-las-grandes-hidroelectricas-de-las-iniciativas-renovables/comment-page-1#comment-2929</link>
		<dc:creator>AUXILIO ALCALDE</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 17:32:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://yacyreta.info/www/?page_id=595#comment-2929</guid>
		<description>HACIA EL FIN DE LAS GRANDES REPRESAS: Desmantelamiento de Represas 

En los últimos años el crecimiento del “Movimiento de Desmantelamiento de Represas” ha sido uno de los avances más impactantes, principalmente en Estados Unidos. Represas y Desarrollo, asegura que desde 1998 el número de represas en EE.UU. ha declinado, ya que el índice de construcción es inferior al de desmantelamiento. Aunque, para muchos parece una idea innovadora y radical, el desmantelamiento de las represas no es nada nuevo. Al menos 465 represas han sido desmanteladas en ríos norteamericanos entre 1912 y 2003. La mayoría de las represas eran pequeñas, con una altura promedio de siete metros, aunque 27 eran consideradas grandes represas (15 mt. o más). Sin embargo el índice de desmantelamiento se acelera, en la década de 1990 se desmantelaron 177 represas, y 29 sólo en el año 1998.
El desmantelamiento de las represas se debe en mayor grado a razones de seguridad y económicas, teniendo en cuenta que es conveniente desmantelar antes que mantener una represa vieja y sedimentada. Un cuarto de las represas de EE.UU. tienen 50 años; para el 2000 se cree que esta cifra alcanzará el 85%. Los fundamentos ambientales se vuelven cada vez más comunes. La represa Edwards, en el tramo inferior del río Kennebec en Maine, se transformó en la primera represa desmantelada -1999- por razones ambientales, contradiciendo la voluntad de la empresa propietaria, debido a que el pasaje de los peces era más costoso que remover la misma represa. La orden provino de la Comisión Federal Reguladora de Energía (FERC, por sus siglas en inglés), que regula a miles de represas hidroeléctricas privadas en EE.UU. Un año después del desmantelamiento, el alewife, una especie de pez migratorio, retornó en gran cantidad al río del que había sido erradicado durante 170 años.
Fuera de EE.UU. muy pocas represas se han desmantelado, pero el movimiento gradualmente está ganando terreno internacional. Casi dos docenas de pequeñas represas se han desmantelado en British Colombia, Canadá, y el apoyo crece para desmantelar represas y devolver al río los
peces que tuvo. En Francia, se demolieron dos represas ubicadas en los tributarios del tramo superior del río Loira en 1998 para ayudar a la disminución del salmón. Las poblaciones de arenque, lamprea y salmón se incrementaron desde que las represas fueron demolidas.
Con el paso gradual de los años, los embalses de las represas se llenan de sedimento y se las acepta cada vez menos, eventualmente el desmantelamiento de las mismas será cada vez más común. El obstáculo más grande para removerlas será la falta de fondos. Este se convertirá en
un gran problema en pocas décadas, cuando las represas más grandes, construidas en países pobres, no puedan seguir financiándose ni tampoco se puedan desmantelar. El informe final de CMR recomienda que el diseño de la represa debe prever el desmantelamiento y que la autorización del proyecto debe indicar “la responsabilidad y los mecanismos para financiar los costos de desmantelamiento”. También advierte que los títulos podrían reservarse para cubrir los costos de desmantelamiento.
auxilio.alcalde@gmail.com

Al menos 465 represas han sido desmanteladas en ríos norteamericanos entre 1912 y 2003 según datos del “MOVIMIENTO DE DESMANTELAMIENTO DE REPRESAS”

auxilio.alcalde@gmail.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>HACIA EL FIN DE LAS GRANDES REPRESAS: Desmantelamiento de Represas </p>
<p>En los últimos años el crecimiento del “Movimiento de Desmantelamiento de Represas” ha sido uno de los avances más impactantes, principalmente en Estados Unidos. Represas y Desarrollo, asegura que desde 1998 el número de represas en EE.UU. ha declinado, ya que el índice de construcción es inferior al de desmantelamiento. Aunque, para muchos parece una idea innovadora y radical, el desmantelamiento de las represas no es nada nuevo. Al menos 465 represas han sido desmanteladas en ríos norteamericanos entre 1912 y 2003. La mayoría de las represas eran pequeñas, con una altura promedio de siete metros, aunque 27 eran consideradas grandes represas (15 mt. o más). Sin embargo el índice de desmantelamiento se acelera, en la década de 1990 se desmantelaron 177 represas, y 29 sólo en el año 1998.<br />
El desmantelamiento de las represas se debe en mayor grado a razones de seguridad y económicas, teniendo en cuenta que es conveniente desmantelar antes que mantener una represa vieja y sedimentada. Un cuarto de las represas de EE.UU. tienen 50 años; para el 2000 se cree que esta cifra alcanzará el 85%. Los fundamentos ambientales se vuelven cada vez más comunes. La represa Edwards, en el tramo inferior del río Kennebec en Maine, se transformó en la primera represa desmantelada -1999- por razones ambientales, contradiciendo la voluntad de la empresa propietaria, debido a que el pasaje de los peces era más costoso que remover la misma represa. La orden provino de la Comisión Federal Reguladora de Energía (FERC, por sus siglas en inglés), que regula a miles de represas hidroeléctricas privadas en EE.UU. Un año después del desmantelamiento, el alewife, una especie de pez migratorio, retornó en gran cantidad al río del que había sido erradicado durante 170 años.<br />
Fuera de EE.UU. muy pocas represas se han desmantelado, pero el movimiento gradualmente está ganando terreno internacional. Casi dos docenas de pequeñas represas se han desmantelado en British Colombia, Canadá, y el apoyo crece para desmantelar represas y devolver al río los<br />
peces que tuvo. En Francia, se demolieron dos represas ubicadas en los tributarios del tramo superior del río Loira en 1998 para ayudar a la disminución del salmón. Las poblaciones de arenque, lamprea y salmón se incrementaron desde que las represas fueron demolidas.<br />
Con el paso gradual de los años, los embalses de las represas se llenan de sedimento y se las acepta cada vez menos, eventualmente el desmantelamiento de las mismas será cada vez más común. El obstáculo más grande para removerlas será la falta de fondos. Este se convertirá en<br />
un gran problema en pocas décadas, cuando las represas más grandes, construidas en países pobres, no puedan seguir financiándose ni tampoco se puedan desmantelar. El informe final de CMR recomienda que el diseño de la represa debe prever el desmantelamiento y que la autorización del proyecto debe indicar “la responsabilidad y los mecanismos para financiar los costos de desmantelamiento”. También advierte que los títulos podrían reservarse para cubrir los costos de desmantelamiento.<br />
<a href="mailto:auxilio.alcalde@gmail.com">auxilio.alcalde@gmail.com</a></p>
<p>Al menos 465 represas han sido desmanteladas en ríos norteamericanos entre 1912 y 2003 según datos del “MOVIMIENTO DE DESMANTELAMIENTO DE REPRESAS”</p>
<p><a href="mailto:auxilio.alcalde@gmail.com">auxilio.alcalde@gmail.com</a></p>
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	<item>
		<title>By: maria sabina</title>
		<link>http://yacyreta.info/www/%c2%bfque-es-yacyreta/yacyreta-desastre-ambiental/doce-razones-para-excluir-a-las-grandes-hidroelectricas-de-las-iniciativas-renovables/comment-page-1#comment-2928</link>
		<dc:creator>maria sabina</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 17:29:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://yacyreta.info/www/?page_id=595#comment-2928</guid>
		<description>LAS MUJERES DICEN NO A LAS GRANDES REPRESAS:

ANTONIA MELO, militante contra LAS GRANDES REPRESAS del XINGÚ 

Entrevista de mayo de 2008 con Antonia Melo, de la Fundación “VIVER, PRODUZIR y PRESERVAR”, en Altamira, Pará. Antonia Melo, también es parte del Movimento de Mulheres. Antonia Melo es militante en contra de la construcción de presas hidroeléctricas en el río Xingu.

VIOMUNDO: La construcción de la represa del Xingu, un largo río amazónico brasileño, uno de los mayores afluentes de la vertiente meridional del río Amazonas, es vista como una solución a los problemas de falta de energía en el país y no como un problema ambiental. ¿Por qué estás en contra de la construcción de hidroeléctricas? 

ANTONIA MELO – En primer lugar, porque ya tenemos varias … ya tenemos en nuestra región, en Tucuruí, el complejo hidroeléctrico Tucuruí, ¿verdad? La hidroeléctrica Tucuruí fue construida hace más de 25 años. Después de casi quince años es que hemos conseguido traer el tendido eléctrico de alta tensión, a nuestra región. Viene a nuestra región la Transamazónica.
Hoy tenemos aquí energía. Mucha energía, pagamos caro por esa energía, que está aquí en nuestra región, increíble. Así que no hay beneficio, no hay mejora. Pagamos quizá la energía más cara de Brasil. 

Hay esta gran hidroeléctrica, hay otras que ya están siendo ejecutadas en los ríos – incluso en el río Tocantins – y muchas más en proyecto. 

Tenemos aquí en Pará varias compañías mineras, como Alcoa, Alunorte, Albras, Vale do Rio Doce. Y son estas empresas mineras del aluminio las que necesitan una gran cantidad de energía, ¿entiendes? No son los consumidores urbanos los que necesita mucha energía, son estas industrias. Se instalan en nuestro estado eliminando los recursos naturales y no vemos ninguna mejora en la calidad de vida de la población del estado de Pará con la instalación de grandes empresas que utilizan mucha energía. 

Aparece ahora en el río Xingu, esta nueva mega-empresa, el Proyecto de la presa del río Xingu … cuya energía es para mover las industrias de aluminio de las grandes empresas del Brasil, no es energía para las poblaciones, es energía para las grandes empresas.

La gente sabe que el Proyecto de la presa del río Xingu, no es factible. Es un proyecto demasiado caro y de baja rentabilidad energética. Esto ha sido estudiado por los científicos, los expertos que han estudiado este proyecto durante muchos años como profesor Oswaldo Seva, quien publicó el estudio llamado “Tenot mo”. 

Es la página de Campinas, el sitio web de la UNICAMP tiene este documento, que muestra la inviabilidad de este proyecto de la presa del río Xingu. El proyecto no implica una sola represa, implica varias represas. Después de hacer una, haces otra y otra, porque el río Xingu es un río que trae solamente agua en temporada de lluvias, un río que está prácticamente seco seis meses en el verano, con el nivel de agua muy bajo. 

Y los estudios demuestran que con la disminución del agua del río debido al Cambio Climático, tendrá que hacer más represas y más represas, para poder tener agua en los embalses para ejecutar las turbinas en Belo Monte. Así que estas son cuestiones que hasta ahora no se nos explicó a los pueblos indígenas que habitan en casi el 70% de la cuenca del Xingu, y a los pueblos y ciudades de la región. Tendrá que hacer más represas para que tengamos agua nosotros, los locales, ya que para la industria extractiva minera, toda la energía hidroeléctrica es poca, absorbe y absorbe energía insaciablemente.

No sé si sabes, pero ahora está suspendida la construcción de la represa por una orden judicial. Ahora, otra vez. El proyecto está suspendido, las empresas que estaban haciendo los estudios aquí, se han ido.
Queremos como movimiento social, una fuerte alianza con los pueblos indígenas en defensa del río Xingu, porque nos estamos dando cuenta de que las aguas de nuestros ríos, un recurso natural, están siendo progresivamente privatizadas para ser vendidos en la forma de energía , nuestras aguas. 

Así que es un gran problema, sentimos que es de gran importancia luchar para garantizar la defensa del río Xingu. 

Si permitimos que se haga una represa, después vendrá otra y otra, perderemos el control de los recursos, se privatizará el agua, se nos desplazará y todo devendrá en una ruina.

LINK: http://www.viomundo.com.br/…/antonia-melo-militante-contra-barragens-no-rio-xingu/ – 

¡NO A LAS MEGA-REPRESAS DEL RÍO XINGÚ! DICEN LAS MUJERES DEL BRASIL

mariasabinachaman@gmail.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>LAS MUJERES DICEN NO A LAS GRANDES REPRESAS:</p>
<p>ANTONIA MELO, militante contra LAS GRANDES REPRESAS del XINGÚ </p>
<p>Entrevista de mayo de 2008 con Antonia Melo, de la Fundación “VIVER, PRODUZIR y PRESERVAR”, en Altamira, Pará. Antonia Melo, también es parte del Movimento de Mulheres. Antonia Melo es militante en contra de la construcción de presas hidroeléctricas en el río Xingu.</p>
<p>VIOMUNDO: La construcción de la represa del Xingu, un largo río amazónico brasileño, uno de los mayores afluentes de la vertiente meridional del río Amazonas, es vista como una solución a los problemas de falta de energía en el país y no como un problema ambiental. ¿Por qué estás en contra de la construcción de hidroeléctricas? </p>
<p>ANTONIA MELO – En primer lugar, porque ya tenemos varias … ya tenemos en nuestra región, en Tucuruí, el complejo hidroeléctrico Tucuruí, ¿verdad? La hidroeléctrica Tucuruí fue construida hace más de 25 años. Después de casi quince años es que hemos conseguido traer el tendido eléctrico de alta tensión, a nuestra región. Viene a nuestra región la Transamazónica.<br />
Hoy tenemos aquí energía. Mucha energía, pagamos caro por esa energía, que está aquí en nuestra región, increíble. Así que no hay beneficio, no hay mejora. Pagamos quizá la energía más cara de Brasil. </p>
<p>Hay esta gran hidroeléctrica, hay otras que ya están siendo ejecutadas en los ríos – incluso en el río Tocantins – y muchas más en proyecto. </p>
<p>Tenemos aquí en Pará varias compañías mineras, como Alcoa, Alunorte, Albras, Vale do Rio Doce. Y son estas empresas mineras del aluminio las que necesitan una gran cantidad de energía, ¿entiendes? No son los consumidores urbanos los que necesita mucha energía, son estas industrias. Se instalan en nuestro estado eliminando los recursos naturales y no vemos ninguna mejora en la calidad de vida de la población del estado de Pará con la instalación de grandes empresas que utilizan mucha energía. </p>
<p>Aparece ahora en el río Xingu, esta nueva mega-empresa, el Proyecto de la presa del río Xingu … cuya energía es para mover las industrias de aluminio de las grandes empresas del Brasil, no es energía para las poblaciones, es energía para las grandes empresas.</p>
<p>La gente sabe que el Proyecto de la presa del río Xingu, no es factible. Es un proyecto demasiado caro y de baja rentabilidad energética. Esto ha sido estudiado por los científicos, los expertos que han estudiado este proyecto durante muchos años como profesor Oswaldo Seva, quien publicó el estudio llamado “Tenot mo”. </p>
<p>Es la página de Campinas, el sitio web de la UNICAMP tiene este documento, que muestra la inviabilidad de este proyecto de la presa del río Xingu. El proyecto no implica una sola represa, implica varias represas. Después de hacer una, haces otra y otra, porque el río Xingu es un río que trae solamente agua en temporada de lluvias, un río que está prácticamente seco seis meses en el verano, con el nivel de agua muy bajo. </p>
<p>Y los estudios demuestran que con la disminución del agua del río debido al Cambio Climático, tendrá que hacer más represas y más represas, para poder tener agua en los embalses para ejecutar las turbinas en Belo Monte. Así que estas son cuestiones que hasta ahora no se nos explicó a los pueblos indígenas que habitan en casi el 70% de la cuenca del Xingu, y a los pueblos y ciudades de la región. Tendrá que hacer más represas para que tengamos agua nosotros, los locales, ya que para la industria extractiva minera, toda la energía hidroeléctrica es poca, absorbe y absorbe energía insaciablemente.</p>
<p>No sé si sabes, pero ahora está suspendida la construcción de la represa por una orden judicial. Ahora, otra vez. El proyecto está suspendido, las empresas que estaban haciendo los estudios aquí, se han ido.<br />
Queremos como movimiento social, una fuerte alianza con los pueblos indígenas en defensa del río Xingu, porque nos estamos dando cuenta de que las aguas de nuestros ríos, un recurso natural, están siendo progresivamente privatizadas para ser vendidos en la forma de energía , nuestras aguas. </p>
<p>Así que es un gran problema, sentimos que es de gran importancia luchar para garantizar la defensa del río Xingu. </p>
<p>Si permitimos que se haga una represa, después vendrá otra y otra, perderemos el control de los recursos, se privatizará el agua, se nos desplazará y todo devendrá en una ruina.</p>
<p>LINK: <a href="http://www.viomundo.com.br/…/antonia-melo-militante-contra-barragens-no-rio-xingu/" rel="nofollow">http://www.viomundo.com.br/…/antonia-melo-militante-contra-barragens-no-rio-xingu/</a> – </p>
<p>¡NO A LAS MEGA-REPRESAS DEL RÍO XINGÚ! DICEN LAS MUJERES DEL BRASIL</p>
<p><a href="mailto:mariasabinachaman@gmail.com">mariasabinachaman@gmail.com</a></p>
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